A palavra hipnoterapia designa terapia por meio de hipnose. É uma técnica consagrada em trabalhos psicodinânicos de terapias e desenvolvimento pessoal que facilita as mudanças positivas na vida das pessoas. Sendo uma técnica simples e de relaxamento profundo, o paciente não dorme, não perde os sentidos. Em geral, as pessoas falam sobre as imagens que vêem, o que sentem, muitos se movimentam, gesticulam para descrever suas sensações, abrem os olhos, riem, choram.

Por meio da hipnose, temos acesso aos recursos não conscientes que sempre estiveram ao dispor do paciente, mas que nunca foram por ele utilizados para sua própria cura fisiológica ou emocional.
Os tratamentos com a hipnose proporcionam melhoras gradativas e, às vezes, imediatas, com custos e prazos bem menores do que os exigidos por outras técnicas terapêuticas menos sofisticadas. O uso da hipnose não tem contra-indicação, não causa dependência, não tem efeitos colaterais, não agride nem desvirtua a vontade do paciente, não é patológica nem perigosa. O hipnotismo é o meio moderno que existe para entrar em contato com o subconsciente. É o subconsciente que executa tudo o que acontece conosco. Age de forma automática e independente. Sua função é executar o que está programado.

É por conta disso que você já ficou triste, ansioso, com medo, com raiva; que algumas pessoas têm depressão, timidez, síndrome do pânico e tantos outros sentimentos, embora não quisesse tê-los.
O estado profundo de relaxamento que a hipnose provoca traz uma sensação de extremo bem estar resultante da obtenção de um melhor equilíbrio fisiológico. A técnica é utilizada não apenas para regredir a épocas anteriores, mas também para redução do estresse. É um tratamento que não oferece nenhum perigo, desde que seja conduzido por um profissional capacitado.
Para Richard Bandler e John Grinder, toda hipnose é auto-hipnose. Ninguém pode ser hipnotizado contra sua vontade.

Artigo publicado pelo Jornal A Notícia do Estado de Santa Catarina em 29/04/08

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