Como funciona a Hipnose – Caracterizada por um estado de profundo relaxamento onde o consulente mantém a lucidez e se mostra altamente responsivo às sugestões, pode-se observar que existe um aumento da capacidade de concentração. Esta concentração pode ser direcionada à execução de determinadas atividades orgânicas internas a nível até mesmo celular, aumentando e melhorando o trabalho destas células, glândulas e órgãos a favor de uma recuperação mais rápida e mais eficiente, e diminuindo os fatores que intensificariam esta doença. Este mesmo recurso é conseguido à noite, ao dormir ou quando a pessoa está em repouso (convalescente). A atividade orgânica está diminuída, portanto, mais energia fica disponível para a recuperação e reposição de substância e estruturas do corpo; há maior concentração no trabalho e na atividade celular. A diferença é que na hipnose este recurso pode ser conduzido.

Por que e como, durante o transe hipnótico, o consulente consegue resolver seus problemas – No dia-a-dia, estamos com nossa atenção dissipada, pensando em muitas coisas ao mesmo tempo; já no transe, o consulente fica focalizado em apenas uma coisa em especial, percebe coisas que normalmente não perceberia, reconhece possibilidades de escolhas que o levarão à mudança.

Os traumas podem prejudicar o desenvolvimento pessoal – O trauma pode ter surgido desde a vida uterina até os dia atuais. Quando não se consegue superá-lo estará influenciando, travando o desenvolvimento da pessoa, no seu desenvolvimento como indivíduo e profissional.

Qualquer pessoa pode ser hipnotizada – Dentro da realidade individual de cada um, é possível hipnotizá-la, porém, com algumas se tem mais dificuldade ou até mesmo a impossibilidade, como por exemplo, pessoa embriagadas, pois tem dificuldade de focalizar sua atenção, assim como pessoas com deficiências mentais ou patologias como a psicose. Faz muito bem para DDA, Bipolar e esquisofrenia leve.

OBS: Não se deve fazer regressão, trabalhar com traumas e bloqueios em grávidas – podendo fazer relaxamento que beneficia tanto a mãe como o bebê.

A regressão traz algum risco a pessoa – Apenas benefícios. O relaxamento que leva a regressão provoca um profundo estado de bem estar e equilíbrio bioenergético. Com a regressão temos acesso os traumas e bloqueios e podemos dessensibilizar, ressignificar e desvincular as emoções prejudiciais. A pessoa passa se ver de uma outra forma. Tudo isso acontece em poucas sessões.

Durante a Terapia de Regressão perdesse a consciência – Não se perde a consciência. Não há os supostos riscos de a pessoa dormir e não acordar, mesmo porque ele não dorme e se mantém consciente. O consulente lembra de tudo o que aconteceu durante a terapia. O fato de muitas vezes se ouvir que a pessoa não lembra mais de fatos ruins que aconteceram é pelo fato da mudança de padrão, ele lembra, mas a emoção não existe mais, não é mais importante.

Todas as pessoas conseguem fazer terapia de regressão – Sim, o terapeuta deve observar qual dos 5 sentidos mais usado pelo  consulente para se obter uma efetiva conexão com a emoção.  A nossa percepção de um acontecimento ocorre na medida em que experimentamos as informações, que nos chegam através de nossos canais sensoriais de entrada: Visual, incluindo o que vemos ou o modo como alguém olha para nós; Auditivo, que inclui sons, palavras que ouvimos e como as pessoas nos dizem tais palavras; cinestésico ou sensações externas, que incluem o toque de alguém ou de alguma coisa, a pressão e a textura, o corpo percebe e sente vibrações; Olfativa, que é o cheiro; e Gustativo, que é o sabor.  Porém, quando o nível de ansiedade é alto, torna-se mais difícil obter um relaxamento completo, mas com exercício todos podem atingir o nível de transe.

O que é regressão – Conjunto de técnicas terapêuticas em que o consulente acessa o subconsciente/inconsciente, buscando as primeiras manifestações que deram origem a traumas, fobias e instabilidades emocionais, na intenção de saná-las, alcançando um maior equilíbrio tanto dentro de si como em seus relacionamentos.

É possível se utilizar a regressão para controlar hábitos compulsivos de forma que se consiga parar de fumar ou perder peso – Apenas quando esses hábitos compulsivos tiverem algo a ver com experiências passadas do consulente.

Todas as regressões são feitas da mesma forma – Não, existem centenas de maneiras de se conseguir uma regressão. Normalmente utiliza-se a hipnose como instrumento de regressão.

Como são feitas as induções que conduzem as regressões de forma diferente?  Alguns exemplos:

  1. Método da recontagem de fatos: Técnica muito difundida por Ronald Hubbard, pai da Dianética e da Cientologia consiste em fazer o consulente contar um mesmo episódio que tenha vivenciado, inúmeras vezes, até que se “esvazie” o conteúdo emocional. Esta técnica quando aplicada com continuidade e profundidade, a regressão se apresenta de forma espontânea.

  2. Método da repetição de palavras e frases: Embora criada por Hubbard, esta abordagem foi adotada por Morris Netherton e no Brasil é mais conhecida através dele e de seus discípulos, já que Hubbard é menos conhecido entre nós. Consiste em, através de um diálogo inicial (anamnese), localizar palavras e frases que sejam constantemente repetidas pelo consulente. O próximo passo é fazê-la repeti-las continuamente. Em  determinado momento do processo de repetição a pessoa se vê transportando a cena, de onde, a partir de então, se realiza o processo terapêutico.

  3. Método de Florence Mc Clain:  É o método de regressão hipnótica mais simples. Consiste em induzir um relaxamento padrão, produzir um “alheamento” às partes do corpo e prosseguir com uma indução bastante simples.

  4. Método de Brian Weiss: O método de Weiss que já é praticamente de domínio público devido à intensa comercialização de seus livros e fitas gravadas. Consiste em conduzir o consulente a um jardim imaginário, onde, ao passar através de espelhos o consulente chega a vidas passadas.

O que sentimos, quando somos regredidos – Sob regressão você adquire a capacidade de vivenciar experiências passadas com a mesma intensidade emocional e perceptiva que teve na ocasião em que os fatos ocorreram. É claro que, com o auxílio de um terapeuta, as dores e manifestações emocionais excessivas podem ser afastadas ou completamente eliminadas.

De que forma a regressão é superior aos métodos terapêuticos tradicionais – A regressão é uma técnica e sua finalidade é produzir uma revivência de fatos passados, substituindo os métodos terapêuticos tradicionais, e acrescentando novos fatos ao universo de informações que o consulente coloca ao dispor do terapeuta.

Por que utilizar a técnica de terapia de regressão  se o problema está no presente – Arrastos inconscientes. Porque estamos sempre fazendo arrastos de nossas programações mentais que vem desde o ventre e além.

Como é que se consegue reviver experiências antigas durante a Terapia de Regressão – Porque o sensor crítico durante o relaxamento é afastado, ele não está ausente, porém afastado possibilitando o acesso ao subconsciente/inconsciente. Tudo que vivemos, presenciamos e até mensagens subliminares está no subconsciente. Basta apenas invocá-lo quando se faz necessário.

Terapia de regressão não é perigosa – Deve-se procurar um terapeuta credenciado, que conheça a psique humana.

A pessoa pode se mexer durante a terapia de regressão – ajudado pelo terapeuta, que vai lhe orientando como respirar, como sentir seu corpo, como voltar-se para dentro das suas emoções. A pessoa pode abrir os olhos, ri, chorar, mudar de posição.

Todos os problemas podem ser solucionados com a terapia de regressão – Bem trabalhados e com paciência se tem ótimos resultados. Trabalha-se eliminação de traumas, fobias, timidez, ansiedade, depressão, conflitos, baixa auto-estima, pânico, obesidade, sexualidade. Defict de atenção, desmotivação, falta de organização, administrar seu tempo e concentração. Medo de dentista, avião, dirigir carro, falar em público entre outros.

Por que utilizar a técnica de terapia de regressão se o problema está no presente – Somos seres que psicossomatizamos emoções desde a gestação ou ainda trazemos de nossas vidas passadas. Muitas vezes a mãe passa a mão na barriga dizendo que o bebe será bonzinho, obediente. Ele nasce sendo bonzinho com os outros. E não pensa em sua felicidade. Isso vai trazer algum dano em sua vida, prejuízos, acha que não é merecedor de ser feliz.

Os tratamentos com a hipnose são mais rápidos – Sim, basicamente pela forma de comunicação que é feita durante o transe a nível subconsciente. Na hipnose, a pessoa tem a possibilidade de chegar a estados profundos de percepção e mudança, que em vigília, apenas numa conversa não chegaria; desta forma a hipnose clínica possui grande importância dentro dos hospitais e clínicas especializadas, pois as pessoas já chegam propensos às mudanças.

Durante a regressão os consulentes apresentam algum tipo de sintoma ou reação fisiológica que permita se constatar a veracidade da regressão –  Nem sempre, na maioria das vezes, as vivências são bastante singelas e nem sempre incluem detalhes tão marcantes que permitam verificação. Mas pode ser encontrado nos livros de autores especializados. A melhor evidência da validade da regressão, não está na precisão do contexto histórico em que se insere e sim nas palpáveis mudanças para melhor que se passa a perceber, após a regressão, no consulente que a ela se submeteu. Uma coisa é certa, ninguém passa por uma regressão e continua a mesma – o poder de transformação da regressão é sem precedentes.

Tem pessoa que regride sozinha – Sim. Nessa vida como em vida passadas. Mas como o processo terapêutico tem o objetivo de resolver algo dessa vida, o auxílio do terapeuta é importante para conduzir a situação. A presença do terapeuta é importante para auxiliar a pessoa, caso ela esteja a sentir-se perturbada com algo que vivencie. Isso é possível perceber mesmo que não seja falado, seja pela expressão do rosto, coloração da pele, respiração, e variados sinais. O terapeuta pode conduzir o processo de forma que a pessoa tenha acesso a essas memórias sem envolvimento emocional, se for a caso.

PERGUNTAS FREQÜENTES SOBRE VIDAS PASSADAS

Todos conseguem regredir a vidas passadas – A pessoa quando busca terapia de vidas passadas – ela já vem com sintomas, relatando o que tem só pode estar ligada a vida passada, sonhos repetitivos, dores no corpo, relacionamento, medos, pânico, rivalidades entre outros – quer aprofundar mais nessa análise. Mesmo quando falam que gostariam de regredir a outras vidas apenas por curiosidades – já mostram foco de estar preparados para passar pela experiência.

OBSERVAÇÃO: às vezes o consulente pode pensar que aquilo que ele está vivenciando seja produto de fantasia (alucinação, ilusão, delírio, imaginação, criação de sua própria mente).

Segundo Morris (1997) isso não importa, pois o que interessa é o RESULTADO, ou seja, a liberação do bloqueio do consulente, o que ocorre em menor tempo do que nas terapias convencionais. Pode ocorrer que aquilo que ele pensa ser uma criação mental, seja uma cena, à qual se sucedem outras vivências que se lhe vão parecer mais nítidas e reais no decorrer da terapia.

Caso sejam mesmo fantasias, trabalha-se com elas, pois são conteúdos que necessitam ser afloradas naquele momento, para que sejam elaboradas devidamente. Se realmente o que se aflora forem fantasias e imagem simbólicas, trabalha-se com elas, pois representam conteúdos inconscientes que devem ser elaborados. Não cabe ao terapeuta a confirmação dos fatos narrados e vivenciados pelo consulente se é verdade ou não.  O que é importante na Terapia de Regressão não é saber se a experiência foi realmente vivida pela própria pessoa. A análise terapêutica a ser colocada é: – Porque é que este conteúdo é importante para mim?,  O que devo aprender com esta experiência? – Como é que esta experiência poderá melhorar a minha vida?.  O que se analisa são os conteúdos que o inconsciente traz à tona e como isso pode ajudar na resolução das dificuldades desta vida, a vida atual.

Como posso ter certeza de que a experiência foi realmente de uma vida passada – É feita várias perguntas – se faz a pessoa avançar ou retroceder em vidas passadas para resolver problemas que estão ligados a sua vida atual. Se existe quadros de imaginação – esta no contexto do consulente e mesmo assim é examinado. As atuais pesquisas apontam para que a experiência vivida pode ter várias origens: vivência real da pessoa; vivência construída inconscientemente mas nunca vivenciada e vivência de tipo inconsciente coletivo. Em algumas vezes os conteúdos são misturado, como nos sonhos, em que vemos imagens de fatos que vivenciamos no dia-a-dia, símbolos com um significado pessoal, histórias que lemos e filmes a que assistimos e fragmentos de vidas passadas. Em alguns casos poderá ser importante confrontá-la com a realidade (nomes, localização, datas, outras fontes) e daí tirar as devidas ligações relativas à sua veracidade. Esse procedimento já há muito tempo é seguido no Tibete e na Índia para verificação de reencarnação.

Todos conseguem ver suas vidas passadas – O seu inconsciente, ou seu eu interno, está sempre no controle, ou seja, você próprio controla a situação. Dentro de você, há a resposta sobre o que é importante ver ou não, num determinado momento. Muitas vezes o terapeuta, por mais que tente, não consegue fazer com que você regrida. É o seu eu interno dizendo que não é o momento adequado ou época para ter essa experiência, ou as respostas de que você precisa não estão em “outras vidas”

Porque me lembrar de uma situação de outra vida passada que tenha relação com o problema atual fica o bloqueio resolvido – Os conteúdos vivenciados são comentados durante o transe para perceber de que forma eles estão a bloquear a evolução da pessoa e a lição a extrair do acontecido. O passo seguinte é trazer esse conhecimento para a consciência atual, nesta vida, e entender quem é agora e quem era antes. Há situações que não foram bem resolvida no passado e que precisam ser reexaminadas a nível consciente. Se, para resolver determinado problema, o inconsciente trouxe algo fruto da imaginação ou de outro tipo é porque tais conteúdos são importantes naquele momento. O mais interessante é que os problemas são solucionados, não importando se são vidas passadas ou imaginação. É importante lembrar quem tem o controle do processo é o seu eu interior.

Terapia de regressão a vidas passadas só pode ser vivenciado por pessoas que acreditam em vidas passadas – Qualquer pessoa pode beneficiar-se com a terapia regressiva. Há muitas reencarnacionista que procuram esta terapia para potencializar qualidades de suas vidas passadas em favor a sua vida atual. Isso já está acontecendo!. Quando não há a crença na reencarnação o processo é conduzido da mesma forma, e o consulente pode considerar os fatos que lhe vem à mente como conteúdos do seu inconsciente, fantasias, imaginação, não importa, o resultado é o mesmo.

Sempre conseguimos reconhecer nossos parentes, amigos e relacionamentos nas pessoas que vemos noutras vidas passadas – Não, nem sempre. Muitas vezes surgem dúvidas e o reconhecimento é feito por uma determinada característica, ou sensação. Muitos não reconhecem ninguém. Alguns reconhecem com certeza absoluta uma ou outra pessoa, vendo-as até com o mesmo rosto da vida presente. É muito pouco importante reconhecer ou não outras pessoas. O que interessa é o fato em si, a situação da vida que está a ser apresentada.

Não há perigo de se ficar preso numa outra vida passada – Não. Em primeiro lugar, porque não “se vai” para outra vida passada. A pessoa permanece no presente, sabendo onde está consciente, ouvindo os sons ao seu redor e tem todo o controle de si própria e muitas vezes não querendo passar por determinados situações que aflora na sua consciência optando por outro foco de interesse. As nossas memórias de outras vidas estão consciente ou inconscientemente simultaneamente, paralelamente atuando no nosso aqui e agora, no nosso dia-a-dia.

Como é sentir-se noutras vidas passadas – Essa é uma experiência única e pessoa. Mesmo de uma sessão para outra pode haver diferenças. Algumas vezes, a impressão é de se está a ter um sonho muito real. As vezes, é como se víssemos um filme. Em outras, é tudo tão claro e nítido, cheio de informações que chega a espantar.

Tem pessoa que regride sozinha – Sim. Nessa vida como em vida passadas. Mas como o processo terapêutico tem o objetivo de resolver algo dessa vida, o auxílio do terapeuta é importante para conduzir a situação. A presença do terapeuta é importante para auxiliar a pessoa, caso ela esteja a sentir-se perturbada com algo que vivencie. Isso é possível perceber mesmo que não seja falado, seja pela expressão do rosto, coloração da pele, respiração, e variados sinais. O terapeuta pode conduzir o processo de forma que a pessoa tenha acesso a essas memórias sem envolvimento emocional, se for a caso.

O que são Intervidas – Intervidas é o período entre duas encarnações. Ou seja, é o período em que estamos no mundo espiritual. É possível, durante a regressão, “recuperar” memória relacionadas a este período. Normalmente, busca-se nesta fase memória relacionadas ao planejamento da vida atual.
Nota: Os conceitos de TVP buscam dar uma explicação teórica para conteúdos mentais que afloram durante a regressão. Portanto, são hipótese teóricas. No período intervidas encontramos o Plano de Vida desta  vida atual.

A Terapia de Vidas Passadas está ligada a alguma religião – A terapia de vidas passadas é totalmente desvinculada de qualquer religião. A hipótese filosófica da reencarnação é utilizada porque é a que melhor explica os fenômenos que acontecem durante o processo terapêutico.

Pessoas de todas as religiões tem se submetido à esta técnica e alcançado curas e melhoras em suas vidas. Não é necessário e nem solicitado que a pessoa mude suas crenças. Os praticantes de terapia de vidas passadas querem é chegar a resultados terapêuticos muito positivos. O objetivo é a melhora do consulente. Não se mistura religião com terapia. A terapia de vidas passadas não está ligada a nenhuma crença religiosa e nem induz à prática de nenhuma religião.

O que eu lembrar na regressão pode ser apenas fantasia – Pode. Tudo dependerá de como a regressão for feita, o tipo de técnica utilizada e a patologia do consulente. Fantasias são mais comuns quando o trabalho não está sendo bem feito. Algumas vezes as fantasias são utilizadas, propositalmente, pelo terapeuta para produzir a cura. Ou seja, nem sempre a fantasia é algo ruim na terapia de vidas passadas. Um terapeuta hábil conduzirá o consulente até suas memórias de vidas passadas, diminuindo as chances de fantasias atrapalharem.

Dor de cabeça, a TVP pode ajudar – procura pela TVP deve acontecer somente após o diagnóstico médico tradicional. Nesta situação a TVP funciona como uma terapia complementar ao tratamento médico da doença. Alguns casos respondem muito bem ao tratamento com TVP. Principalmente aqueles nas quais a dor de cabeça se origina em situações traumáticas vividas nos primórdios da infância, na vida intrauterina ou em vidas passadas. Um consulente regride nesta emoção da dor e encontra em suas vidas passadas o mesmo sintomas. Regredindo ainda a outra vida conta que se vê caindo batendo com a cabeça e nuca sentindo muita dor e morre. Ao trabalhamos este trauma ela se viu livre de um problema de enxaqueca que durava mais de uma dezena de anos. A TVP pode ser útil em vários casos onde existem problemas físicos, mas não substitui o tratamento médico.

Síndrome do pânico. A terapia de vidas passadas pode ajudar – A terapia pode ajudar e muito. O primeiro passo é você procurar um profissional treinado em TVP e que tenha formação profissional credenciada. Ele fará seu diagnóstico e avaliará as condições de sua mente. Caso seja indicado a TVP o tratamento deverá se iniciar imediatamente. Na prática clínica temos tido bastante sucesso, sendo que a imensa maioria dos consulentes deixam de necessitar de remédios. A TVP pode ajudar consulente que sofrem de pânico, medos, compulsão alimentar, dores no corpo, nervosismo, dores de cabeça e muitos outros problemas.

A Terapia de vidas passadas é eficiente – A terapia de vidas passadas tem sido eficiente na maioria dos casos. Quando você procura um profissional habilitado. Através do diagnóstico o terapeuta poderá determinar se a TVP é indicada para o tratamento do problema. Em um tratamento realizado com um profissional sério e bem treinado a eficiência  da TVP é bastante alta. A quantidade de pessoas que tem sido beneficiados por esta técnica é muito grande. E os depoimentos positivos dos consulentes têm se multiplicado.

Os maiores nomes em terapia de vidas passadas no mundo – Os que desenvolveram as bases metodológicas, teóricas e técnicas da TVP. São eles: Morris Netherton, americano – Edith Fiore, americana – Brain Weiss, americano  – Roger Woolger, Inglês  Hans Tendam, Holandês.

Quem foi o criador da terapia de vidas passadas – É considerado o criador da TVP o psicólogo, PHD, norte-americano Morris Netherton. Na década de 60 e 70 ele desenvolveu a metodologia básica da terapia. Seu trabalho é reconhecido em todo o mundo.

MITOS SOBRE A HIPNOSE

A pessoa pode não voltar do transe, da regressão, ficar presa nele – Não há os supostos riscos de a pessoa dormir e não acordar, mesmo porque ela não dorme e se mantém consciente. Não há perigo de a pessoa regredir para o passado e lá ficar, pois não se trabalha no passado e sim trazendo o passado para o presente, no aqui e agora. Todo o processo é interno, nas lembranças do subconsciente/inconsciente.

Hipnose é causada pelo poder do hipnotizador – naturalmente o hipnotizador deve ter o devido conhecimento e a força metal necessária à concentração no momento certo, mas isso não é suficiente. Para que a hipnose aconteça, existe a necessidade de um campo de interação e confiança, denominado “rapport”.

O hipnotizador controla o desejo do consulente – nenhum paciente hipnotizado faz aquilo que não faria acordado, ou seja, ele só é capaz de fazer aquilo que considera inofensivo e, mesmo assim, se desejar. Ele terá oportunidade de lembrar-se de coisas há muito esquecidas, o que chamamos de hipermnésia, mas só falará se achar seguro.

A hipnose é prejudicial à saúde – desde que utilizada por profissionais competentes e bem intencionados, a hipnose não causa danos, devendo-se, apenas atentar para que a sua utilização não se dê por pessoas inescrupulosas.

A pessoa pode não voltar do transe, ficar presa nele – não é possível ficar preso ao transe. O transe profundo leva ao sono que, como qualquer sono, dura até o momento de acordar, que é natural a cada indivíduo. Caso o hipnoterapeuta se ausente da sala – ao deixar de ouvir a voz dele, a pessoa interrompe o transe induzido ou pode até continuar um pouco, mas desperta em seguida.

O sono e a hipnose- a hipnose não é igual ao sono. É um estágio anterior ao sono, quando a pessoa está concentrada, com certo grau de consciência e podendo responder a comandos. É um relaxamento de forma alerta.

A pessoa fica inconsciente em transe – normalmente o hipnotizado mantém o seu estado consciente, apenas com a atenção focalizada. Ao aprofundar o transe, pode haver o desligamento da atenção vigilante. Apenas no transe profundo ocorre a amnésia total.

Hipnose é terapia – embora a hipnose tenha a facilidade de trazer alívio e paz, o que já serve para curar uma série de angústia e ansiedades, ela é apenas uma ferramenta utilizada nas terapias. A hipnose em si não é uma terapia.

A hipnose realiza milagres –  o que na hipnose pode parecer milagre, nada mais é do que o acesso a novas respostas interiores, em função da junção entre a motivação do consulente e a abertura às riquezas de cada um, em seu inconsciente.

O hipnotizado revela seus segredos – o hipnotizado só fala aquilo que deseja. Ele terá oportunidade de lembrar-se de coisas há muito esquecidas, o que chamamos de hipermnésia, mas só falará se achar seguro.

E se houver a morte do hipnotizador durante o transe – ao deixar de ouvir a voz do hipnotizador, o consulente interrompe o transe induzido ou pode até continuar um pouco, mas desperta em seguida. O transe pode se transformar em sono e, se assim for, o consulente acordará normalmente depois de haver descansado um pouco.

A hipnose se compara à meditação e a ioga – Todos estes processos envolvem relaxamento físico e um estreitamento da consciência. No caso da hipnose, esta tem por objetivo uma tarefa ou uma meta, enquanto mentalmente trabalhamos em algo (ou meta desejada). Na meditação e na ioga por outro lado, a consciência se move livremente, podendo levar a uma percepção mais aguçada de consciência expandida. Muitos que praticam a meditação usam a hipnose, podendo passar de um estado para outro com grande facilidade.

É importante lembrar que a hipnose clínica não é como os shows que vemos na televisão, não sendo recomendado, por tira o poder de decisão da pessoa. No consultório, o objetivo é utilizar o conjunto de fenômenos da mente para facilitar o processo terapêutico.

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