Considera-se a mente e em especial o subconsciente, como uma “central registradora de eventos”, ou seja, como um gravador, que registra todas as experiências e percepções do indivíduo, ou como um grande banco de dados de um computador, onde é arquivado todo o acervo de lembranças de seu passado. Nestes arquivos mentais estão depositadas todas as vivências, boas ou más, que aí se conservam como que dispostas em camadas. Destas, as mais profundas, que contém as lembranças remotas, adquiridas em múltiplas vidas pretéritas, constituem o Inconsciente, cujas lembranças só são possíveis em condições especiais e bem direcionadas a essas épocas. As memórias mais recentes, correspondem a vida atual, são de acesso mais fácil e formam as programações mentais que estão armazenadas no subconsciente.

Nesta modalidade a pessoa é levada a entrar em contato com lembranças, que tanto podem se referir a esta existência, ou a outras, conforme parecem ser a ele. Assim, liberando a carga emocional reprimida dessas experiências passadas, extingue as emoções perturbadas, podendo fazer mudanças em sua conduta.

São técnicas que fazem com que os fatos traumáticos não resolvidos, armazenados e reprimidos no subconsciente/inconsciente desde o ventre materno, primeira infância, ao longo desta existência ou mesmo de “outra vidas”, e que estão causando distúrbio psíquico, psicossomáticos, orgânicos ou outras modalidades de desajustes, de relacionamentos interpessoais e comportamentais, sejam revivenciados pela pessoa ( através da regressão). A pessoa se mantém consciente durante o processo regressivo. Não há os supostos riscos de a pessoa dormir e não acordar, mesmo porque ele não dorme e se mantém consciente. Não há perigo de a pessoa regredir para o passado e lá ficar, pois não se trabalha no passado e sim trazendo o passado para o presente, no aqui e agora. A sua indicação é somente para fins terapêuticos.

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