Artigo publicado pelo Jornal Notícia do Dia em 28/07/2010

A terapia de regressão de memória é a forma mais segura de abordagem do subconsciente. Pode-se afirmar que a terapia de regressão está muitos anos à frente na possibilidade de auxiliar na recuperação das emoções.

Por meio desta abordagem terapêutica, são trazidos à consciência os motivos dos comportamentos ou das dificuldades atuais. O objetivo é guiar, numa exploração de seu próprio sistemas de crenças e equipar com as ferramentas pertinentes para modificar aquelas coisas que se quer mudar.
São trazidos à consciência os motivos dos comportamentos ou das dificuldades atuais. Nesse processo todo, ocorre a liberação de emoções e a liberação de bloqueios, o que resultará no desenvolvimento de novos potenciais, desbloqueando talentos reprimidos, integrando a pessoa ao seu verdadeiro propósito de vida e abrindo acesso a mudanças profundas na alma.

Quando abordamos o subconsciente por meio da regressão terapêutica, estamos levando a pessoa a descobrir, no passado, a origem do problema de suas queixas. Nosso comportamento é guiado por decisões que tomamos no passado. Consciente ou inconscientemente, estas decisões afetam nosso comportamento no presente.

Portanto, a regressão não apresenta nada de misterioso e mágico. Ela Abre uma janela ( subconsciente) para o mecanismo de sua própria consciência. É uma ferramenta de grande importância, e sua eficiência é comprovada na investigação dos conteúdos do subconsciente para a harmonização de seu passado e presente.

Deve-se considerar que penetrar no desconhecido (subconsciente ou inconsciente) e mexer com estruturas longamente solidificadas, de início e, principalmente para o leigo, possa causar um sentimento de inquietação, medo ou receio. Mas o alívio se faz presente de imediato.

Às vezes, escolhe-se ficar no mundo externo, o que por certo é muito cômodo, examinando a vida dos outros. E é assim que o “eu” “autocentrado” segue avaliando os outros, dando-lhes uma identidade e rotulando. Dessa forma simplista formamos uma opinião e chegamos a uma conclusão sobre as pessoas, deixando de lado a necessária empatia. O que muitos ainda não entendem é que se o passado de uma pessoa fosse o seu passado, se o nível de consciência dela fosse o seu, você pensaria e agiria exatamente como ela. Dentro deste raciocínio e frente a esta verdade, poucos se atêm ou estão preparados para reconhecer, aceitar e respeitar o outro.

Ao compreender isso, ficará mais fácil perdoar, desenvolver a compaixão e alcançar a paz.

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