O seu inconsciente, ou seu eu interno, está sempre no controle, ou seja, você próprio controla a situação. Dentro de você, há a resposta sobre o que é importante ver ou não, num determinado momento. Nesse caso, muitas vezes o terapeuta, por mais que tente, não consegue fazer com que você regrida para outras vidas. É o seu eu dizendo que não é o momento adequado, ou você não está preparado para ter essa experiência, ou as respostas de que você precisa não estão em “ outras vidas”.

As atuais pesquisas apontam para que a experiência vivida possa ter várias origens: vivência real da pessoa; vivência construída inconscientemente mas nunca vivenciada realmente e vivência de tipo transpessoal que podem ser de dois tipos: dita “vida passada” ou vivência de tipo inconsciente coletivo. Em alguns caos poderá ser importante confrontar a informação recolhida durante o processo confrontá-la com a realidade ( nomes de pessoas, localizações, datas, outras fontes, etc) e daí tirar as devidas informações relativamente á sua veracidade. Este último método já há muito tempo é seguido no Tibete e na Índia para verificar ditas “reencarnações” de pessoas santas, como o Dalai Lama.

Na minha perspectiva, o ponto realmente importante na Terapia de Regressão não é saber se a experiência foi realmente vivida pela própria pessoa. A questão importante a ser colocada é “Porque é que este conteúdo é importante para mim?, “O que devo aprender com esta experiência?”, “Como é que esta experiência poderá melhorar a minha vida?. O que importa é analisar os conteúdos que o inconsciente traz à tona e como isso pode ajudar na resolução das dificuldades desta vida, a atual.

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